Coordenadoras
Eneide Gattáz — maestrina
Maria Helena Lopes Fernandes — organista
ContatoSecretaria Paroquial — 3666 4641 e-mail:
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HistóricoO canto, na Liturgia, é parte integrante do culto público da Igreja. Há aproximadamente mil anos antes de Jesus nascer, existiu um rei chamado Davi. Naquele tempo, a música era muito utilizada nas liturgias do povo de Israel. O Primeiro Livro das Crônicas diz: “Davi mandou os chefes levitas organizarem seus irmãos cantores, para entoarem cânticos festivos acompanhados de cítaras, liras e címbalos” (1Cr 15,16). As canções animavam o povo nas procissões em que a Arca da Aliança era transportada. “Todo o Israel participou da transferência da Arca da Aliança de Javé, no meio de aclamações, som de trombetas, clarins e címbalos, além da música de liras e cítaras” (1Cr 15, 28). Quando Jesus nasceu, já não se cantava da mesma maneira, mas os judeus mantinham a música em suas liturgias. O próprio Jesus cantou salmos na última ceia, antes de ir para o Jardim das Oliveiras (cf Mt 26,30). | As primeiras comunidades cristãs já não cantavam como no tempo de Davi, nem como no tempo de Jesus, sendo de origem grega a música mais cantada nos primórdios do cristianismo. Os cristãos começaram a cantar em louvor os salmos de Davi, ao “modo” das melodias gregas. Caracterizava-se por uma melodia linear e plena — o cantus-planus — chamado posteriormente de cantochão.
Algum tempo depois, o Papa Gregório Magno (590-604) transformou o cantochão na música oficial da Igreja. Devido a essa reforma, o cantochão ficou conhecido como Canto Gregoriano.
Durante mais de mil anos, o cantochão foi uma música popular. Mas, com o tempo, o canto gregoriano deixou de ser uma forma popular de expressão. O povo já não conseguia cantar aquelas belíssimas, mas arrojadas, melodias, por isso se passou a contratar corais para cantar no lugar do povo. Aos poucos, esses corais começaram a sofisticar seu repertório, cantar a várias vozes e o povo se contentou em escutar atentamente.
O Moto Próprio, de Pio X, de 1903, definia a música sacra como “parte integrante da Liturgia solene, participando de seu fim geral que é a glória de Deus e a santificação dos fiéis”.
A Instrução Romana Musica Sacram, de março de 1967, explicou mais claramente a intenção do Concílio Vaticano II, em seu primeiro documento Sacrosanctum Concilium, a respeito da Liturgia quando afirmou que Liturgia é cantada e não existe uma celebração litúrgica na qual a música tenha apenas a função de “enfeite”.
SC 113 “A ação litúrgica adquire maior relevância quando os ritos sagrados são celebrados com canto e um canto que conta com a intervenção dos ministros ordenados e a participação ativa do povo”.
A partir daí, o coral separado da assembléia, pouco a pouco, foi perdendo seu sentido. Atualmente há lugar para um grupo que esteja disposto a sustentar o canto. Este grupo não é o que a história conheceu como coral. Pode ser chamado de grupo de canto, outros o chamam de ministério da música. Normalmente, ele fica na frente, próximo ao altar, para que a assembléia possa vê-lo e participar ativamente dos cantos |
Objetivos O canto cria comunidade, une as pessoas, possui uma força de expressão muito mais forte do que a fala, sabe expressar o indizível. Hoje, a Igreja quer ver todo o povo cantando, todo cristão deve ter voz e vez nas celebrações.
AtividadesTemos, na Paróquia, o Coral Paroquial Rainha do Carmelo, sob a direção da maestrina Eneide Gattáz, o Coral Santa Teresinha, constituído sob a coordenação de Dra. Ivone Daher Pedroso, e Grupos de Canto, compostos por instrumentistas e cantores, cada um deles responsável por animar um dos horários das missas dominicais, sob a coordenação de Maria Helena Lopes Fernandes.
Horário- Coral Paroquial Rainha do Carmelo, ensaio às segundas feiras, às 19h30
- Coral Santa Teresinha, ensaio aos domingos, após a missa das 10h30
- Grupos de Canto, reunião aos sábados, às 17h
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